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sábado, 12 de outubro de 2013

Transtorno de novo.

Em novembro de 1996 as chuvas voltaram a causar transtornos em diversas ocasiões na cidade de Governador Valadares. Desde o início daquele mês foram registrados alagamentos e desabamentos como no bairro da Penha onde, de acordo com o Diário do Rio Doce, 143 famílias ficaram desabrigadas. 


Diário do Rio Doce, 06/11/1996.

Diário do Rio Doce, 22/11/1996.

Diário do Rio Doce, 22/11/1996.

Em 23 de novembro, o jornal noticiou o desabamento do muro do cemitério municipal e, novamente, os moradores dos bairros localizados na parte baixa da cidade eram os mais afetados: bairros Santa Terezinha, São Tarcísio, São Paulo, São Pedro e Santa Rita. 

Diário do Rio Doce, 24/11/1996.

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Cheia do Rio Doce desaloja população.

Diário do Rio Doce, 26/01/1992.

Diário do Rio Doce, 26/01/1992.


Diário do Rio Doce, 26/01/1992.



Diário do Rio Doce, 26/01/1992.

Diário do Rio Doce, 26/01/1992.


Segundo o jornal Diário do Rio Doce, durante a madrugada do dia 26 de janeiro de 1992, o Rio Doce subiu três centímetros por hora. A previsão era de que na parte da manhã daquele dia as águas atingissem mais de três metros.
Com a enchente, muitas famílias tiveram que ser removidas de suas casas. Aquelas que não tinham amigos ou parentes que pudessem ajuda-las ficaram alojadas em escolas, igrejas ou nos prédios do SEMOV e do CAMIG.
Os bairros mais afetados foram o São Pedro, São Tarcísio, Santa Terezinha, São Paulo, Ilha dos Araújos. Além da preocupação com as perdas materiais, os valadarense também se preocupavam com a transmissão de doenças.
No bairro Santa Efigênia, Morro do Carapina (bairro Nossa Senhora das Graças), Morro da Orelha (bairro São Raimundo), bairro Santa Helena e bairro Vila Mariana o problema era o desabamento das casas. 

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Correntezas

Em janeiro de 1992 cinco moradores de Governador Valadares perderam seus pertences ao tentarem transportar móveis e utensílios domésticos em uma balsa através o Rio Doce. As fortes correntezas levaram os objetos e quase provocaram a morte dos valadarenses. Com o transbordamento do Rio, casas dos bairros São Tarcísio, São Paulo e Ilha dos Araújos foram invadidas pelas águas. 


Diário do Rio Doce, 17/01/1992.

Diário do Rio Doce, 17/01/1992.




terça-feira, 10 de setembro de 2013

As chuvas de janeiro de 1982.

Assim como em outros anos, 1982 começou com motivos de preocupação para os habitantes do Vale do Rio Doce. Mais uma vez as águas do Rio Doce haviam subido devido às fortes chuvas, tanto na região de sua cabeceira quanto em Governador Valadares.


A BR-116, conhecida como Rio-Bahia, ficou interditada na região do rio Caratinga. Já em Valadares, os córregos Figueirinha e Onça provocaram inundações e causaram destruição de vias públicas. Os principais bairros atingidos foram o São Pedro, São Tarcísio, Ilha dos Araújos e bairro São Paulo, nas proximidades do Parque de Exposição Agropecuária. 

Diário do Rio Doce, 15/01/1982



O Diário do Rio Doce, noticiou os danos causados pelas chuvas de janeiro daquele ano e reiterou que os bairros considerados como áreas da elite valadarense também eram prejudicados, como no caso da Ilha dos Araújos, onde a avenida Beira-Rio ficou tomada pela lama.


 Diário do Rio Doce, 22/01/1982


A situação ficou realmente crítica no fim de janeiro quando diversas famílias tiveram que sair de suas casas e buscar abrigos em igrejas, escolas e casas de amigos. A hipótese de que as usinas administradas pela CEMIG teriam influenciado o aumento do nível das águas dos rios daquela região e gerado enchentes mais danosas, foi descartada pela Companhia Energética de Minas Gerais, que esclareceu a situação de suas usinas ao jornal Diário do Rio Doce.






 Diário do Rio Doce, 28/01/1982. 

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Precariedade das vias públicas de Governador Valadares após as chuvas.


Rua do Bairro São Pedro – Governador Valadares. 
Diário do Rio Doce, 17/01/1980

A foto acima retrata a precariedade das vias públicas de Governador Valadares após as chuvas.

Segundo o Diário do Rio Doce, muitas ruas estavam intransitáveis devido à erosão e ao acúmulo de água, especialmente nos bairro São Pedro, São Paulo, São Cristóvão, Jardim Pérola e Santa Helena

terça-feira, 16 de julho de 2013

Os santos e a enchente.



“Enchente atinge São Pedro, São Tarcisio, Santa Terezinha, São Paulo e Santa Rita”. Clóvis. Diário do Rio Doce, 27/12/1979.


Na charge veiculada pelo Diário do Rio Doce no final de dezembro de 1979, o chargista Clóvis se refere ao fato da enchente causada pelo cheia do Rio Doce ter atingido, em sua maioria, bairros com nomes de santos como Santa Rita, São Paulo, Santa Teresinha, São Tarcísio e São Pedro.


O desenho mostra santos escondidos em moitas enquanto suas vestes secam em um varal. Podemos pensar também, que a enchente ocorrida em Governador Valadares entre novembro e dezembro daquele ano foi tão grave que nem as divindades escaparam. 

Enchente causada pela cheia do Rio Doce.


Diário do Rio Doce, 07/11/1979.

Em novembro de 1979 a enchente causada pela cheia do Rio Doce em Governador Valadares deixou cerca de 500 pessoas desabrigadas. As pessoas foram removidas das áreas inundadas por uma equipe de 250 homens do Corpo de Bombeiros e Polícia Militar. Além disso, o 6º Batalhão da PM disponibilizou sua cantina para alimentar a população sem casa.

Os bairros mais afetados foram: Santa Rita, São Paulo, Santa Teresinha, São Tarcísio, São Pedro e a Ilha dos Araújos.