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segunda-feira, 14 de outubro de 2013

É só o início...



Santo. Diário do Rio Doce, 28/11/1997.


A charge acima reproduzida faz referência ao início do período chuvoso do ano de 1997. 

sábado, 12 de outubro de 2013

Nem tão diferentes assim...



Celim. Diário do Rio Doce, 11/01/1997.

Em sua charge, Celim aborda as diferenças econômica e social entre os bairros Carapina e Ilha dos Araújos.

A Ilha era um bairro ocupado por famílias ricas. Mesmo assim não estava imune aos problemas causados pelas chuvas. 

E se a chuva voltar?

Celim. Diário do Rio Doce, 27/11/1996.


quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Mergulhão Mergulhado.

Diário do Rio Doce, 21/01/1987.




A charge publicada pelo jornal Diário do Rio Doce em 21 de janeiro de 1987 aborda o acúmulo frequente de águas no viaduto rebaixado conhecido como “Mergulhão" , o que prejudicava a passagem de veículos.

Além da charge, o jornal publicou naquele mesmo dia uma matéria sobre a chuva forte que caiu na cidade de Governador Valadares naquela ocasião. A reportagem em questão possui caráter informativo e relata a interdição do viaduto rebaixado conhecido como “mergulhão”.

Devido a fortes pancadas de chuva, que ocasionaram acúmulo de água e lixo no mergulhão, o tráfego de carros, caminhões e ônibus ficou interrompido.


Diário do Rio Doce, 21/01/1987.

Rock in Rio...

Camilo. Diário do Rio Doce, 29/01/1985. 

terça-feira, 10 de setembro de 2013

Enquanto isso em GV...

Camilo. Diário do Rio Doce, 21/10/1984. 

As charges de Camilo.

 Diário do Rio Doce, 06/12/1983.




Diário do Rio Doce, 13/12/1983

O chargista Camilo também retratou a situação precária do bairro Santa Rita em uma das suas charges publicadas pelo jornal Diário do Rio Doce em dezembro de 1983. As enchentes eram tema constante no jornal naquele período e como não poderia deixar de ser, também eram motivos para as críticas dos chargistas.

Papo de enchente.

Diário do Rio Doce, 28/01/1982. 

Em janeiro de 1982, o alto índice pluviométrico registrado no Vale do Rio Doce causou diversos danos à população valadarense. A charge publicada pelo jornal Diário do Rio Doce criticou a ação daqueles que tentavam minimizar os efeitos das chuvas na cidade.

domingo, 8 de setembro de 2013

Chuvas e estradas.


Diário do Rio Doce, 15/01/1981. 


Em charge publicada no jornal Diário do Rio Doce em janeiro de 1981, Aragão critica a precária pavimentação das estradas da região do Vale do Rio Doce que, com as primeiras chuvas do ano, já apresentavam pontos de interdição devido aos buracos abertos pela ação da água sobre o solo. 

O esquema de ação do poder público e o nível das águas do Rio Doce segundo Aragão.

Diário do Rio Doce, 17/11/1981. 


O Diário do Rio Doce publicou em 17 de novembro de 1981 uma charge de Aragão criticando a ação do poder público em relação aos problemas causados pela cheia do Rio Doce.
Para o chargista, o esquema de ação da Prefeitura, e de outros órgãos públicos, seria ineficaz. 

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

As chuvas de janeiro.


Diário do Rio Doce, 17/01/1980.


Esta charge foi publicada pelo Diário do Rio Doce na segunda quinzena do mês de janeiro de 1980 e não possui créditos ao autor. O desenho representa uma casa localizada em uma região de baixada que seria atingida pelas águas das chuvas e pelas enxurradas formadas pelo temporal. A fala do personagem mostra a preocupação do morador em tentar salvar seus bens.

Chuvas e charges



Clóvis. Diário do Rio Doce, 16//01/1980.



O chargista Clóvis publicou dois trabalhos na edição de 16 de janeiro de 1980 do Diário do Rio Doce. Clóvis abordou a situação dos moradores que viviam na Ilha dos Araújos e a dificuldade enfrentada pela SEMOV para manter seus trabalhos regulares. Os dois problemas eram causados pelo mesmo motivo: o alto índice pluviométrico registrado no verão de 1980.

domingo, 11 de agosto de 2013

Precaução.



“Rio Doce começa a subir.” Clóvis.
Diário do Rio Doce, 20/01/2013. 



O desenhista Clóvis abordou em sua charge publicada pelo jornal Diário do Rio Doce em 15 de janeiro de 1980, o sentimento de alarme em que viviam os moradores da região do Vale do Rio Doce e a precaução tomada por algumas famílias que deixavam suas casas a qualquer sinal de cheia do rio.

No desenho que leva o título “Rio Doce começa a subir” um homem, acompanhado pelos seus animais de estimação, deixa a região de baixada e segue rumo a um ponto mais alto da cidade. O lado cômico da charge fica por conta da fala do papagaio que acusa seu dono de ser um “sujeitinho frouxo” por fugir da enchente. 

terça-feira, 16 de julho de 2013

Os santos e a enchente.



“Enchente atinge São Pedro, São Tarcisio, Santa Terezinha, São Paulo e Santa Rita”. Clóvis. Diário do Rio Doce, 27/12/1979.


Na charge veiculada pelo Diário do Rio Doce no final de dezembro de 1979, o chargista Clóvis se refere ao fato da enchente causada pelo cheia do Rio Doce ter atingido, em sua maioria, bairros com nomes de santos como Santa Rita, São Paulo, Santa Teresinha, São Tarcísio e São Pedro.


O desenho mostra santos escondidos em moitas enquanto suas vestes secam em um varal. Podemos pensar também, que a enchente ocorrida em Governador Valadares entre novembro e dezembro daquele ano foi tão grave que nem as divindades escaparam.