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domingo, 8 de setembro de 2013

O esquema de ação do poder público e o nível das águas do Rio Doce segundo Aragão.

Diário do Rio Doce, 17/11/1981. 


O Diário do Rio Doce publicou em 17 de novembro de 1981 uma charge de Aragão criticando a ação do poder público em relação aos problemas causados pela cheia do Rio Doce.
Para o chargista, o esquema de ação da Prefeitura, e de outros órgãos públicos, seria ineficaz. 

terça-feira, 3 de setembro de 2013

Cheia do córrego Figueirinha deixou centenas de desabrigados.



A reportagem publicada no dia 16 de janeiro de 1980 sob o título “Cheia do Figueirinha desabriga mais de 150 pessoas” relatou que 150 pessoas deixaram suas casas que ficavam às margens do córrego Figueirinha e foram se abrigar em igrejas e galpões devido à enchente.



Além disso, o jornal estimou que outras 500 pessoas procuraram ajuda em casas de parentes. A Defesa Civil informou na ocasião que estava atenta aos bairros Lourdes e Santa Terezinha, assim como outros que margeavam o córrego Figueirinha, por eles serem mais populosos.




O periódico relata ainda que um projeto de drenagem do córrego já era estudado pelo Departamento Nacional de Obras e Saneamento (DNOS).

sábado, 13 de julho de 2013

Danos causados pelo alto índice pluviométrico de janeiro de 1979 em Governador Valadares










Diário do Rio Doce, 28/01/1979.





“Chuva de janeiro é três vezes além do normal e Rio Doce faz estragos”. Esta é a manchete da reportagem veiculada na edição do Diário do Rio Doce que foi posta nas bancas no dia 28 de janeiro de 1979. A matéria resumiu a situação da cidade de Governador Valadares frente às chuvas daquele período. 

Segundo o Diário, em janeiro de 1979 choveu três vezes mais que o esperado para a região, de acordo com a medição pluviométrica feita pelo Instituto Nacional de Meteorologia. 

O Departamento Estadual de Estradas e Rodagem trabalhava em regime de plantão para atender a todas as demandas devido à cheia do Rio Doce. O ponto mais afetado em janeiro foi a Ilha dos Araújos, por sua posição geográfica. 

Alguns problemas causados pelo alto índice pluviométrico do verão de 1979 também foram elencados pelo jornal: paralisação do transporte realizado por balsa; dificuldade de fornecimento de água para o conjunto de apartamentos da Ilha dos Araújos; inundação das áreas às margens do Rio Doce como, por exemplo, ruas do Bairro São Pedro. Além disso, o bairro Santa Teresinha registrou desabamentos de aterros e obras de arrimo de sua única praça. 

Ainda de acordo com o jornal, o Semov e o Corpo de Bombeiros receberam muitos chamados de socorro por dia. No entanto, apenas duas mortes relacionadas às chuvas foram registradas naquele mês. 

A reportagem é ilustrada com 5 fotografias em preto e branco que mostram o Rio Doce, o córrego Figueirinha e algumas áreas afetadas pelas águas desses dois cursos d’água. 

A seguinte legenda determina a leitura das fotos: “As chuvas que têm caído nesta região vêm causando sérios problemas. Os cursos d’água que mais perturbam são o Córrego Figueirinha, que banha a área urbana, e o Rio Doce, por seu grande volume de água. Há vários pontos inundados, entre eles, sob o conjunto do BNH, na Ilha dos Araújos. As balsas estão paralisadas e muitos quintais e ruas invadidos”.